Despejos na Cidade do México geram aluguéis altos antes da Copa
Angélica Gómez foi acordada às 6h da manhã por fortes batidas na porta da frente. “Você tem 10 minutos para sair do apartamento!”, gritou um dos homens vestidos com uniforme policial do lado de fora de sua casa.
Sonolenta e confusa, ela pediu ao homem mais tempo para se vestir. Ligou para a polícia — não tinha certeza se era realmente um agente — e depois ligou para seu pai, que morava no mesmo prédio, na Rua República de Cuba, no centro da Cidade do México. Ele também enfrentava um despejo repentino naquela manhã do final de agosto.