Boom do cobre na Argentina depende de revisão de lei de geleiras
Na visão do presidente da Argentina e de algumas das maiores mineradoras do mundo, tudo o que os separa de bilhões em riquezas de cobre são blocos de gelo e legislação excessivamente rigorosa.
É por isso que, ao longo do último ano, executivos da Glencore, da Lundin Mining e do parceiro BHP Group têm comparecido ao palácio presidencial de Javier Milei, em Buenos Aires. Essas empresas e outras estão interessadas em investir cerca de US$ 40 bilhões no cinturão de cobre inexplorado da Argentina, em um momento em que mineradoras em todo o mundo enfrentam dificuldades para acompanhar a crescente demanda pelo metal usado em fiação.