Alta expressiva de ativos argentinos no FMI sugere apoio dos EUA

Javier MileiFotógrafa: Eva Marie Uzcategui/Bloomberg

As reservas da Argentina no Fundo Monetário Internacional (FMI) saltaram no mês passado pelo mesmo valor que os ativos do governo dos Estados Unidos diminuíram, uma vez que os dados da instituição podem indicar uma nova forma de ajuda financeira americana ao governo do presidente Javier Milei.

Em outubro, os direitos especiais de saque (SDRs, em inglês) da Argentina, ativo de reserva do FMI, aumentaram em 640,8 milhões de SDRs (US$ 870 milhões), enquanto as reservas dos EUA caíram no mesmo montante em comparação com setembro, de acordo com dados publicados no site do FMI. Em 1º de novembro, a Argentina também efetuou pagamentos de juros ao FMI em um total de cerca de 621 milhões de SDRs, referentes às dívidas do país com a instituição financeira sediada em Washington.