Brasília em Off: A troca nas cadeiras do Banco Central
Prédio do Banco Central em Brasília, março de 2021.
Photographer: Andressa Anholete/BloombergO nome do ex-diretor do Credit Suisse e dono da QMS Capital, Marcelo Kayath, circulou nas bolsas de apostas para a diretoria do Banco Central nas últimas semanas. Com o fim dos mandatos de Fernanda Guardado, diretora de Assuntos Internacionais, e de Maurício Moura, de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta, no final do ano, Kayath surgiu como uma possibilidade.
Ele é próximo do presidente do BC, Roberto Campos Neto, e ainda mais do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ainda que ele não venha agora para os quadros do BC, ele não sai do radar da equipe econômica, podendo ficar no páreo para o ano que vem, afirma um integrante do governo com conhecimento do assunto. Kayath é visto como tendo potencial para presidir a instituição no lugar de Campos Neto, cujo mandato termina no final de 2024.